COMPARAÇÃO DA FLEXIBILIDADE DE UNIVERSITÁRIOS PRÉ E PÓS A APLICAÇÃO DE CONTRAÇÕES ISOMÉTRICAS PARA DIFERENTES LINHAS FUNCIONAIS

Autores

  • william lima

DOI:

https://doi.org/10.37951/2674-9181.2024v6i1.6847

Palavras-chave:

Alongamento; Flexibilidade; Contrações Isométricas; Linhas funcionais

Resumo

O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos agudos da aplicação da técnica de energia muscular (TEM) adaptada sobre a flexibilidade de universitários para diferentes linhas funcionais. Para o desenvolvimento da pesquisa foi recrutada uma amostra de conveniência com 32 voluntários de ambos os sexos, sendo que 20 compuseram o grupo experimental e 12 permaneceram no grupo controle. De uma forma geral todos os voluntários tinham idade igual ou superior a 20 anos. Foi avaliada a flexibilidade das linhas funcionais anterior, posterior (bilateral e unilateral), além da mobilidade de ombros. Em seguida aplicou-se no grupo experimental uma intervenção aguda a partir da TEM. Esta consistia na execução de contrações isométricas com tempo delimitado e controle da direção da força. Como resultados foram identificadas melhoras expressivas e significativas para o grupo experimental em todos os testes aplicados, independente do tempo em que os voluntários praticavam musculação de forma ininterrupta. A conclusão é que a TEM é extremamente efetiva para as linhas funcionais testadas de acordo com a metodologia aplicada em adultos jovens praticantes de musculação.

Referências

1. Almeida, T. T.; Jabur, N. M.; Mitos e verdades sobre flexibilidade: reflexões sobre o treinamento de flexibilidade na saúde dos seres humanos. Motricidade 3(1): 337-344, 2007.
2. Badaro, A. F. V.; Da Silva, A. H.; Beche, D. Flexibilidade versus alongamento: esclarecendo as diferenças. Saúde (Santa Maria), [S. l.], v. 33, n. 1, p. 32–36, 2007.
3. Schleip R, Müller DG. Training principles for fascial connective tissues: scientific foundation and suggested practical applications. J Bodyw Mov Ther 2013;17:103-15.
4. Myers TW. Anatomy trains. Myofascial meridians for manual and movement therapists. São Paulo: Elsevier; 2014.
5. BRITO CN, TRINDADE K. Efeitos de duas técnicas de alongamentos no ganho de flexibilidade de cadeia posterior em mulheres sedentárias. Fisioterapia Brasil, 21(1): 3-7, 2020.
6. Brosseau L, Balmer S, Tousignant M, O'Sullivan JP, Goudreault C, Goudreault M, Gringras S. Intra- and intertester reliability and criterion validity of the parallelogram and universal goniometers for measuring maximum active knee flexion and extension of patients with knee restrictions. Arch Phys Med Rehabil. 82(3): 396-402, 2001.
7. Goodridge JP. Muscle energy technique: definition, explanation, methods of procedure. J Am Osteopath Assoc. Dec; 81(4): 249-54, 1981.
8. Thomas E, Cavallaro AR, Mani D, Bianco A, Palma A. The efficacy of muscle energy techniques in symptomatic and asymptomatic subjects: a systematic review. Chiropr Man Therap. 27: 35, 2019.
9. WELLS, K. F., & DILLON, K. E. The sit and reach - a test of back and leg flexibility.Res Q Exerc Sport, 23(115), 8, 1952.
10. Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF) Operations manual, 3rd edn, Fitness and Amateur Sport, Ottawa: Minister of State; 1986.
11. Grabow L, Young JD, Byrne JM, Granacher U, Behm DG. Unilateral Rolling of the Foot did not Affect Non-Local Range of Motion or Balance. J Sports Sci Med. 1;16(2): 209-218, 2017.
12. California Physical Fitness Test. Reference Guide. Department of Education State of California, United States. 2012/13.
13. Silva, L. R., da Silva, F. S., Monteiro, E. R., Neto, V. G. C., & da Silva Triani, F. Comparação entre o efeito agudo do turskish get-up e do alongamento estático sobre o desempenho do teste de sentar e alcançar. RBPFEX-Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 13(83), 507-513, 2019.
14. Silva, A., Neto, D. D. B. M., da Silva Santos, J. V. L., & da Silva, W. D. B. Análise comparativa de encurtamento dos músculos isquiotibiais em praticantes e não praticantes de musculação. RBPFEX-Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 14(93), 767-773, 2020.
15. Fátima Hoffmann, C. Uso da técnica de energia muscular em mulheres com cervicalgia. Fisioterapia Brasil, 12(4), 255-260, 2011.
16. Singha, P., Kumar, P., & Chahal, A. Efeito do fortalecimento dos rotadores internos do ombro versus técnica de energia muscular para rotadores externos do ombro na velocidade de boliche entre jogadores rápidos que jogam críquete: um protocolo de estudo. Rev. Pesqui. Fisioter, 561-568, 2021.
17. GODWIN, Mark et al. An acute bout of self-myofascial release does not affect drop jump performance despite an increase in ankle range of motion. Sports, Basel, 8, 37, 2020.
18. YILDIZ, Mehmet. An acute bout of self-myofascial release increases flexibility without a concomitant deficit in muscle performance in football players. Int. J. Physiother, [s. l.], 5(3), 92-97, 2018.
19. BENJAMIN, Mike. The fascia of the limbs and back – a review. J. Anat., London, 214, 1-18, 2009.
20. Sperandio, R. D., Júnior, B. S. S., & Bueno, P. M. Comparação da flexibilidade em atletas do gênero masculino praticantes de futebol, utilizando alongamentos dinâmicos e estáticos. Revista Multidisciplinar da Saúde, 2(4), 37-46, 2020.
21. Brasileiro, J., Faria, A. e Queiroz, L. Influencia do resfriamento e do aquecimento local na flexibilidade dos músculos isquiotibiais. Revista Brasileira de Fisioterapia. 11(1): 57-61, 2007.
22. Harvey, L., Herbert, R. e Crosbie, J. Does stretching induce lasting increases in joint ROM? A systematic review. Physiotherapy Research international. 7(1): 1-13, 2002.

Downloads

Publicado

2026-05-18

Como Citar

lima, william. (2026). COMPARAÇÃO DA FLEXIBILIDADE DE UNIVERSITÁRIOS PRÉ E PÓS A APLICAÇÃO DE CONTRAÇÕES ISOMÉTRICAS PARA DIFERENTES LINHAS FUNCIONAIS. International Journal of Movement Science and Rehabilitation, 6(1). https://doi.org/10.37951/2674-9181.2024v6i1.6847

Edição

Seção

Artigos