Implicações clínicas da suplementação de vitamina D em idosos com osteoporose: uma mini revisão integrativa

Autores

  • Amanda Ramos Nascimento Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Júlia Campos Almeida Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Maria Eduarda Pureza Silva Tomé Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Nathália Fleury Graciano Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Rafael Vieira Gomes Universidade Evangélica de Goiás
  • Ruth Hellen Araújo Teixeira Universidade Evangélica de Goiás - UniEVANGÉLICA
  • Rubia de Pina Luchetti Universidade Evangélica de Goiás

Palavras-chave:

Vitamina D, Idoso

Resumo

RESUMO: O envelhecimento populacional está associado ao aumento da incidência de doenças crônicas, como a osteoporose, condição caracterizada pela redução da densidade mineral óssea e maior risco de fraturas em idosos. Nesse contexto, a vitamina D desempenha papel essencial na homeostase do cálcio e na manutenção da saúde óssea, sendo sua deficiência altamente prevalente nessa população. O presente estudo trata-se de uma mini revisão integrativa, com o objetivo de investigar os efeitos da suplementação de vitamina D na saúde óssea de idosos com osteoporose. A busca foi realizada na base de dados PubMed Central, utilizando descritores combinados, resultando inicialmente em 351 artigos, dos quais 5 foram selecionados após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão. Os resultados evidenciam que a vitamina D é fundamental para a manutenção da densidade mineral óssea, e sua suplementação pode trazer benefícios, especialmente em indivíduos com deficiência prévia. Entretanto, os achados mostram inconsistência quanto à sua eficácia na prevenção de fraturas quando utilizada de forma isolada. Além disso, a suplementação associada ao cálcio pode apresentar riscos, como aumento da excreção urinária de cálcio e formação de cálculos renais, indicando a necessidade de monitoramento clínico. Conclui-se que a vitamina D é importante no manejo da osteoporose em idosos, porém sua utilização deve ser individualizada e integrada a outras estratégias, sendo necessários mais estudos para elucidar seus efeitos em desfechos clínicos mais amplos.

Referências

REFERÊNCIAS

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Publicado

2026-06-15

Edição

Seção

RESUMOS - Envelhecimento e Epidemiologia das Doenças Crônicas Não Transmissiveis