Impacto da musicoterapia no tratamento de pacientes psiquiátricos em Anápolis – Goiás de 2019-2021

  • Beatriz Jorge Macedo de Machado
  • Giovana Almeida Pultrini de Oliveira
  • Lara Queiroz Musse
  • Luiza Peliz Machado Veríssimo
  • Tainara Almeida Chaves
  • George Martins Ney da Silva Junior

Resumo

RESUMO: A recuperação da saúde mental consiste em recuperar o papel de cidadão ativo e contribuinte, com experiências cotidianas com potencial de alicerçar no processo de recuperação. A princípio, as Práticas Integrativas e Complementares (PICs) transcendem diversas questões e consideram o sujeito como um ser holístico que carrega consigo seus hábitos de vida e também seus relacionamentos. Sendo assim, suas intervenções direcionam-se para a recuperação do equilíbrio mente-corpo-espírito para a restauração da saúde e qualidade de vida prejudicada pela doença (SANTANA, 2016). Nesse contexto, a musicoterapia é a utilização da música em um contexto clínico, educacional e social para prevenção e apoio à problemas de saúde mental, promovendo qualidade de vida e bem-estar. (BRUNQUELL, 2019). Como forma de avaliar a progressão do tratamento utilizando essas metodologias alternativas, utiliza-se algumas escalas de referências como a Escala Breve da Avaliação Psiquiátrica (BPRS) e a e Escala de Impressão Clínica Global (CGI) (LEUCHT, 2005). Não só a aplicação de escalas psiquiátricas se faz importante como resultado de progressão e acompanhamento dos pacientes, mas a importância de sinais vitais se faz necessária na avaliação de qualquer um deles (TEIXEIRA, 2014). Objetiva-se com esse estudo comparar a efetividade da musicoterapia com o tratamento convencional em pacientes psiquiátricos através da realização da Escala Breve de Classificação Psiquiátrica (BPRS), Escala de Observação de Enfermeiras para Avaliação de Internação (NOSIE-30) e Escala de Estresse de Ansiedade e Depressão (DASS21), assim como uma avaliação dos sinais vitais de cada paciente, observando possíveis alterações.  
Publicado
2019-11-23