Avaliação das consequências da má orientação e avaliação do uso de dispositivos inalatórios em pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica

  • Felipe Honório de Paula Silveira
  • Luiz Worney da Fonseca Neto
  • Rossini Santana Fleury Neto
  • Rebecca Cota Faria Pacheco
  • Humberto de Souza Fontoura
Palavras-chave: DPOC, Dispositivos inalatórios, Doença pulmonar, Orientação, Avaliação

Resumo

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por ter o fluxo aéreo obstruído de forma progressiva. Sua etiologia se apresenta a partir da interação entre fatores ambientais, principalmente o tabagismo, e genéticos. A tosse e a dispneia ocupam lugar de grande importância, mesmo que no início da doença se apresentem de forma mais branda e irregular. No Brasil, a DPOC passou de sexta causa de morte em 2004, para quarta causa de morte em 2015, segundo DATASUS. Seu tratamento farmacológico é feito a partir de broncodilatadores pela via inalatória. A desinformação é a causa principal do uso indevido de inaladores, e a afirmação dada pelo paciente de que ele realiza corretamente a técnica inalatória, sem qualquer demonstração, não garante um bom desempenho. A não orientação, bem como, a orientação insuficiente tem sido relacionada como principal e único fator para o uso inadequado dos dispositivos inalatórios. Dado o exposto, esse trabalho possui como objetivo qualificar e quantificar as consequências da insuficiente orientação e avaliação da forma de uso de dispositivos inalatórios em pacientes portadores de DPOC. O estudo será descritivo, quali-quantitativo e analítico. Um questionário, desenvolvido pelos acadêmicos, será aplicado para conseguir avaliar as variáveis relacionadas com a DPOC, os dispositivos inalatórios, bem como, a orientação e avaliação da técnica por parte dos médicos.
Publicado
2019-07-03
Seção
RESUMOS - Envelhecimento e Epidemiologia das Doenças Crônicas Não Transmissiveis