A REVOLTA DA VACINA E SEUS IMPACTOS

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  • Raniery Augusto dos Santos Beserra Nogueira FACENE/RN
  • Rodrigo José Fernandes de Barros Faculdades Nova Esperança de Mossoró
  • Jamile Rodrigues Cosme de Holanda Faculdades Nova Esperança de Mossoró
  • Débora Benício de Melo Monteiro Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
  • Luma Ellen Freitas Morais Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
  • Julian de Assis Almeida • Faculdade de Medicina Nova Esperança - FAMENE
  • Antônio de Araújo Tavares Netto Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
  • João Victor de Oliveira Tavares Saraiva Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN

Resumo

Com o aumento da transmissão de varíola e febre amarela, a população carioca foi acometida com vasto número de mortes e se viu grande proporção de contágio por essas doenças. Junto a disseminação dessas doenças no Rio de Janeiro estava havendo a destruição dos casebres e cortiços, no centro e o desalojamento da comunidade pobre, somando-se às tensões provocadas pelo desalojamento, deve ser mencionado também, a implantação da Lei de Vacinação Obrigatória, e a população começou a reagir, provocando a revolta da vacina. tem-se que este trabalho busca realizar uma revisão da literatura, sobre a revolta da vacina e seus impactos na população no século XXI. Para tal foi realizado uma busca nos periódicos capes, utilizando os indexadores “revolta da vacina”, “reflexos”, “impactos” e “revoltas” de forma associada utilizando o operador booleano “AND”. Quanto aos filtros utilizados foram o arquivo estar disponível na integra de forma online e escrito na língua portuguesa. Um dos principais planos de Rodrigues Alves, então presidente da República, era atacar os demônios que assolavam toda a capital, nomeadamente de febre amarela, varíola, etc. A modernização do porto e a reconstrução da cidade faziam parte do projeto. Alves teve a grande responsabilidade de manter a limpeza da cidade e prevenir muitas doenças infecciosas, foram Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz são nomeados para a execução conjunta desta reforma sanitária. Por volta de 1903, diversos planos de campanha liderados por Oswaldo Cruz foram apresentados ao Ministério Público para combater o vetor da febre amarela. O serviço de saúde pública deveria prevenir a contaminação dos mosquitos pela doença infecciosa febre amarela, a infecção dos mosquitos infectados e a continuação dos casos esporádicos para garantir a não continuidade da doença durante a epidemia. No caso da varíola, basta vacinar toda a população para controlar a doença.   Palavras-chave: Prevenção da saúde; Atenção primária a saúde; Vacinação.

Biografia do Autor

Rodrigo José Fernandes de Barros, Faculdades Nova Esperança de Mossoró
Soci´ólogo pela UERN, mestre em Ciências Sociais pela UFRN e docente nas Faculdades Nova Esperança de Mossoró.
Jamile Rodrigues Cosme de Holanda, Faculdades Nova Esperança de Mossoró
Graduada em Enfermagem e Mestre em Cognição, Tecnologias e Instituições pela UFERSA.
Débora Benício de Melo Monteiro, Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
Graduanda do curso de Medicina nas Faculdades Nova Esperança de Mossoró - RN.
Luma Ellen Freitas Morais, Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
Graduanda do curso de Medicina nas Faculdades Nova Esperança de Mossoró - RN.
Julian de Assis Almeida, • Faculdade de Medicina Nova Esperança - FAMENE
Graduando do curso de Medicina nas Faculdades de Medicina Nova Esperança - FAMENE/PB
Antônio de Araújo Tavares Netto, Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
Graduando do curso de Medicina nas Faculdades Nova Esperança de Mossoró - RN.
João Victor de Oliveira Tavares Saraiva, Faculdade Nova Esperança de Mossoró - RN
Graduando do curso de Medicina nas Faculdades Nova Esperança de Mossoró - RN.
Publicado
2021-11-18