POLIFARMÁCIA E AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS

Autores

  • Bráulio Brandão Rodrigues
  • Daniela Cristina Tiago
  • Nathália Ramos Lopes
  • Luís Mário Mendes Medeiros
  • Júlia Maria Rodrigues Oliveira

Resumo

O processo da polifarmácia é muito comum em idosos. Sendo assim é grande o risco de efeitos colaterais por interação medicamentosa. Uma vez que esse grupo apresenta maior hipersensibilidade devido ao envelhecimento. Objetivos: Analisar o padrão de consumo de medicamentos entre idosos, a automedicação, assim como sua influência em tal faixa etária. Tendo por base as relações socioeconômicas e perfil demográfico. Metodologia: Efetuou-se uma revisão de literatura em cinco artigos na base de dados LILACS e Scielo. Para a seleção dos artigos foram utilizados os seguintes descritores: uso de medicamentos; idosos; automedicação; saúde do idoso. Resultados: O uso de medicamentos por idoso é muito expressivo, sendo que, após os 70 anos mais de 80% fazem uso de fármacos constantemente. Além desse, outros fatores influenciam o crescente consumo como baixa escolaridade, estado civil (viúvos), sexo (mulheres), e pior auto percepção de saúde. Os medicamentos mais utilizados atuam sobre doenças crônicas com maior prevalência daquelas do sistema cardiovascular. Conclusão: A polifarmácia é prevalente entre os idosos, e ela tende a aumentar com o evidente envelhecimento da população. Portanto, a atenção primária deve promover um uso mais racional dos medicamentos, alertando para os riscos de sua troca, interrupção, substituição ou inclusão sem a notificação de um profissional da saúde. Deve-se também atentar para os horários e as doses dos remédios.

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Publicado

2014-11-28