Análise da produção hospitalar com proposta de intervenção em neurocirurgia na região de Pireneus

Análise de Produção em Neurocirurgia na Região de Pireneus

  • Letícia Noronha Gonzaga UniEVANGÉLICA
  • João Marcos Ranyere da Silva Rodrigues UniEVANGÉLICA
  • Dayane da Silva Kegler Neves UniEVANGÉLICA
  • Carolina Pessoa Rodrigues Ribeiro UniEVANGÉLICA
  • Laura Augusta Justino Borba UniEVANGÉLICA
  • Marcos Augusto Ferreira Vaz UniEVANGÉLICA
  • Danianne Marinho e Silva UniEVANGÉLICA
  • Helen de Lima UniEVANGÉLICA
Palavras-chave: Neurocirurgia, Sistema de Informação, Organização e Admnistração

Resumo

Objetivo: analisar as instituições com serviço de neurocirurgia instalados, assim como seu credenciamento, regularização e produção ambulatorial e hospitalar junto ao Sistema Único de Saúde. Métodos: realizou-se busca no banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde com foco em produção hospitalar e ambulatorial de neurocirurgia, buscando no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES) a capacidade instalada tendo em vista a portaria vigente. Realizou-se análise crítica utilizando-se o diagrama de Ishikawa e o teorema de Pareto. Resultados: verificou-se inconsistência no CNES da instituição credenciada para corpo de funcionários, materiais e produção ambulatorial. Conclusão: há insuficiência de matéria no CNES, bem como quantidade insuficiente de funcionários e preenchimento inadequado da produção ambulatorial.

Referências

1. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria n° 1.631, de 1 de outubro de 2015. Aprova critérios e parâmetro para o planejamento e programação de ações e serviços de saúde no âmbito do SUS.
2. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 756/GM, de 27 de dezembro de 2005. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2005.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à saúde- nota informativa nº 131/2015. Brasília, DF, Ministério da Saúde, 2015.
4. Secretaria da saúde do Estado de Goiás [homepage na internet]. Região de saúde Pirineus – Macrorregião Centro Norte [acesso em 14 fev 2019]. Disponível em: http://www.saude.go.gov.br/regional/regional-de-saude-pireneus
5. Brasil. Ministério da Saúde. Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Disponível em: http://cnes.datasus.gov.br/. Acesso em 15 fev 2019.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria Nº. 646/SAS/MS, de 10 de novembro de 2008. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2008.
7. Ishikawa K. Controle de qualidade total: à maneira japonesa. Rio de Janeiro : Campos, 1993.
8. Werkema M. As ferramentas Estatísticas Básicas para Gerenciamento de processos. Belo Horizonte: Werkema Editora Ltda, 2006.
9. Machado J, Martins M, Leite L. Qualidade das bases de dados hospitalares no Brasil: alguns elementos. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 19, p. 567-581, 2016.
10. Meireles, M. Ferramentas Administrativas para identificar, observar e analisar problemas: organizações com foco no cliente. São Paulo: Arte e Ciência, 2001.
11. Paladini E. Gestão da Qualidade: teoria e prática. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
12. Lopes R. Sistema de Gestão de qualidade. Universidade Federal Fluminense. Monografia (Graduação em Engenharia de Produção), 2010. Disponível em: Acesso em: 25 Fev. 2019.
13. Figueiró L. Produção assistencial dos serviços de referência na alta complexidade em neurocirurgia/neurologia do estado do Rio Grande do Sul. 2015.
Publicado
2020-07-13