A humanização do atendimento pela percepção de pacientes atendidos em ambulatórios especializados

  • Ana Flávia Gonzaga Santos
  • Ana Luíza Pires Vidal
  • Lays Vieira Claudio Tangerino
  • Pedro Augusto Silva Sinimbu
  • Yasmin Santos Daguer
  • Hígor Chagar Cardoso

Resumo

RESUMO: A humanização em saúde compreende um atendimento integral ao paciente, com acolhimento e compreensão, que abranja todas as suas dimensões além da sua doença, exigindo do profissional competências que extrapolam o conhecimento técnico e a construção uma relação médico-paciente com empatia e destreza. Essas características cabíveis ao médico dependem, em grande parte, da sua formação, que deve ter como meta a formação de médicos mais humanizados. Essa pesquisa tem por objetivo contrastar a humanização do atendimento em um serviço ambulatorial universitário e um serviço municipal a partir da percepção do paciente. Trata-se de um estudo observacional analítico de natureza quantitativa, realizado no Curso de Medicina do Centro Universitário de Anápolis, Unievangélica e seus serviços de estágio. O público alvo são os pacientes conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS) em atendimento no Ambulatório Universitário da instituição e em um ambulatório municipal. Será utilizada a versão traduzida de um questionário chamado PPOS (Patient-Practioner Orientation Scale) na língua inglesa e EOMP (Escala de Orientação Médico-Paciente) após a tradução. Concomitantemente, será aplicado um questionário sociodemográfico para mapeamento de variáveis como idade, religião, sexo, profissão, escolaridade, renda familiar, entre outras. Os aspectos éticos respeitam as orientações da resolução 466 de 2012 e 510 de 2016, ambas do Conselho Nacional de Saúde. Os participantes serão voluntários e assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. É esperado observar se existe uma desumanização do atendimento ao comparar acadêmicos em formação e médicos já formados no exercício da profissão.    
Publicado
2019-11-23
Seção
RESUMOS - Envelhecimento e Epidemiologia das Doenças Crônicas Não Transmissiveis