Fontes e doses fosfatadas em cultivo da cultura da soja no Cerrado e suas respostas à fertilidade do solo

  • José Mateus Kondo Santini IESRIVER
  • Salatiér Buzetti
  • Adriano Perin
  • Carlos Frederico de Souza Castro
  • Leonnardo Cruvinel Furquim
  • Daniel Noe Coaguila Nunez
  • Flávio de Oliveira Silveira
  • Luiz César Lopes Filho
  • Anderson Cruvinel Cabral

Resumo

A cultura da soja é uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, podendo ser limitada por adubações equivocadas em área de cerrado. Com o presente trabalho, objetivou avaliar a dinâmica da adubação fosfatada, pelo uso de fontes e doses na adubação de manutenção da cultura da soja, em solo com alto teor de P, verificando a real eficácia do uso do superfosfato triplo de eficiência aumentada. O experimento foi realizado em delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial de 2x5, sendo o primeiro fator fontes de fertilizantes (superfosfato triplo e superfosfato triplo de eficiência aumentada) e segundo fator doses de P2O5 (0, 40, 80, 120 e 240 kg ha-1). O experimento foi conduzido em área experimental, em Rio Verde, GO, buscando-se avaliar as influências nas características de componentes de produção e produtividade da soja, na fertilidade do solo, concentrações nutricionais dos grãos de soja colhidos e a dinâmica do P no solo. Constatou-se que a cultura da soja não respondeu à adubação fosfatada, em solo com alto teor de P. A adubação fosfatada influenciou os teores de P, S, Cu e Fe do solo e nas concentrações de N e Fe dos grãos colhidos. Para a adubação fosfatada, recomenda-se o uso do Superfosfato triplo convencional na dose de 75 kg ha-1 de P2O5.
Publicado
2020-02-03